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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019


Através dessa matéria venho abordar e tentar englobar as ultimas novidades sobre a distribuição Linux Fedora, pois o ano de 2018 terminou com algumas notícias prometendo grandes mudanças nesse sistema Linux, desde a venda da Red Hat para a IBM, pois a Red Hat é uma grande investidora e fomentadora do Fedora, até na possibilidade de não lançamento do Fedora 31. Vamos as principais novidades.

Fedora Deepin

Mal começamos o ano de 2019 e já temos o anúncio da disponibilidade da interface DDE do sistema chinês Deepin para a distro azul. Tal interface já estava disponível na versão Rawhide do Fedora 30 e agora se tornou oficial, o suporte para a próxima versão, na qual você pode instalar com os comandos abaixo:

sudo dnf update

sudo dnf install deepin-desktop


sudo dnf install deepin-calendar deepin-calculator deepin-editor deepin-image-viewer deepin-picker deepin-screenshot deepin-system-monitor

Vamos ver se o Fedora com interface DDE cai no gosto dos usuários, e se ele traz as novidades que foram lançadas na versão 15.9 do Deepin, que adicionou suporte a gestos touchscreen na tela.

Nova Logo

A logo do Fedora vêm evoluindo durante anos, desde o Fedora Core até as versões atuais, dessa distribuição Linux que derivou de um repositório do RHeL.

Algumas propostas foram expostas pelo designer Máirín Duffy da Red Hat/Fedora, e essas mudanças já podem acompanhar a versão 30 do sistema, que pode ser uma versão mais longa do que de costume devido a mudanças no projeto. Como foi dito pelos designers se trata de uma proposta que é mais evolucionária do que revolucionária.

E você pode conferir nas imagens baixo.

Imagem 1:



Imagem 2:





E você pode ajudar na escolha ou dar algum palpite sobre a nova logo do Fedora na página do Blog de Máirín Duffy.


Fedora 30, o que esperar?

O Gnome 3.32 pode estar incluso no Fedora 30, essa versão do Gnome está sendo aguardada pela promessa de grandes aprimoramentos do Wayland. Além de uma grande melhoria do Firefox que teria seu pacote construído com o Clang ao invés do GCC, por decisão dos desenvolvedores do Fedora, para acompanhar a mudança da Mozilla do GCC para o LLVM Clang. Contudo voltaram atrás e consequentemente lucraram com as pesquisas dos desenvolvedores da SUSE e Red Hat do GCC, que encontraram e corrigiram alguns bugs melhorando a construção do Firefox com o compilador GNU. 


Fedora 31 pode não existir?

Em busca de uma restruturação do projeto, passando desde a maior credibilidade dos testes automatizados, até na maior segurança, o Fedora na versão 30 deve se manter por um tempo maior ativo,  atrasando ou talvez fazendo o sistema pular a versão 31. Essa restruturação também visa  torna-lo mais confiável, reduzindo inclusive os esforços para produção do sistema.
Fonte:

Aqui, Aqui e Aqui





Ultimas novidades sobre a distribuição Linux Fedora

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018


Recentemente diversos blogs sobre Linux têm abordado sobre a chegada de um Fedora com a interface DDE do Deepin. Tudo começou com uma matéria do Phoronix,que mencionou ter visto a referência na Wiki do Fedora, seguida do seguinte comentário:

"O Deepin Desktop Environment tornará o Fedora mais interessante para usuários que preferem outra opção de ambiente de trabalho brilhante," diz o pedido da Wiki do projeto.

Na verdade a principio se trata da possibilidade da instalação de tal interface no Fedora 30, pois o mesmo estará disponível nos repositórios.

E segundo constatado, o mesmo já está disponível na versão Rawhide do Fedora 30 e você pode instalar com os comandos abaixo:

sudo dnf update

sudo dnf install deepin-desktop


sudo dnf install deepin-calendar deepin-calculator deepin-editor deepin-image-viewer deepin-picker deepin-screenshot deepin-system-monitor




Torço para que o Fedora DDE se torne uma spin, assim como existe as spins com outras interfaces gráficas do sistema, e que por  sinal dão uma experiência muito agradável de uso, como já constatei nas spins com Kde, Cinnamon e Mate por exemplo. 

E você, já  está testando ou pensa em testar o Fedora com essa interface do Deepin? Deixe aqui o seu comentário.

Fedora Deepin, Será?

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

A Canonical acabou de anunciar que a versão 18.04 LTS do Ubuntu, terá um suporte ainda maior para atualizações. Como se já não bastasse os 05 anos como de costume, a empresa resolveu extender para 10 anos e isso foi anunciado em uma Keynote sobre OpenStack que ocorreu em Berlin, na Alemanha. 

A versão 18.04 LTS foi lançada em abril trazendo novos recursos de servidor e nuvem OpenStack, e essa medida visando extender o suporte vêm pouco depois do CEO da empresa Mark Shuttlerworth anunciar, que a venda da Red Hat para a IBM iria alavancar o Ubuntu, conforme comentei nessa matéria.

Quanto a essa extensão do suporte para 10 anos Mark Shuttlerworth comentou o seguinte:


"Estou muito feliz em anunciar que o Ubuntu 18.04 será suportado por 10 anos completos. Em parte por causa das perspectivas muito longas em algumas indústrias, como serviços financeiros e telecomunicações, mas também da IOT, onde linhas de fabricação, por exemplo, estão sendo implantadas, e que estarão em produção por pelo menos uma década, disse Shuttleworth."


Shuttleworth prosseguiu dizendo que OpenStack é incrível e atrai tecnologia de ponta, mas precisa ser entregue para as empresas diariamente. Comentou que afirmou a entrega de um longo suporte quando o IceHouse foi liberado, e afirmou que o que importa não é o segundo dia, o que importa é o dia 1.500. Pois é importante dominar para realmente obter o valor para o seu negócio.


Minha Opinião


Essa medida coloca o Ubuntu como grande opção ao RHeL para as empresas que buscam serviços OpenStack, IoT entre outros, superando os 07 anos de suporte que a Red Hat fornece para seus sistemas, e igualando a marca do CentOS, que se trata de uma compilação do RHeL. Além do mais, o suporte vai proporcionar um tempo maior para os desenvolvedores que desejarem trazer para o Linux aplicações, drivers e apeifeiçoar seus serviços de cloud computer entre outros serviços, criando um ambiente de desenvolvimento mais sólido (no sentido pelo menos de fornecer um sistema base com poucas alterações), permitindo que programas e soluções portadas para a plataforma, tenham um tempo maior para serem testadas, e portadas com maior desempenho. 

Muitos desenvolvedores utilizam o discurso de que a fragmentação do Linux, com diversas distribuições, interfaces gráficas e formas de instalação dos programas, atrapalha no momento de portar certas soluções para as distribuições Linux, pois apesar do Kernel ser o mesmo (com diferenças muitas vezes entre patches) as demais diferenças atrapalham uma solução de funcionar bem em uma distribuição, sendo necessário que diversas versões da uma mesma aplicação ou driver sejam criados, fora a dúvida entre formato de, rpm entre outros. Levando muitos a desistir de portar suas soluções para os sistemas Linux. 

O Ubuntu 18.04 LTS já tem sido o sistema do meu computador de casa, e após essa notícia, está quase se tornando o do meu Ultrabook Sony também. E você, pretende utilizar essa versão LTS? Acha que a Canonical está conseguindo se aproveitar da venda da Rede Hat para a IBM? Deixe aqui o seu comentário.

Fonte:
Sempreupdate 
Diolinux

Ubuntu 18.04 LTS ganha 10 anos de suporte

domingo, 11 de novembro de 2018


Recentemente adquiri um Smartphone da Xiaomi, que vêm com uma versão do Android puro, isso é, livre de customizações das construtoras de hardware, o que o torna (pelo menos em tese) mais rápido do que os que vêm com as Rooms modificadas como por exemplo, os da Samsung e da Asus. Mas será que vale a pena?

Como um blog que aborda sobre sistemas de Kernel Linux, não poderia deixar passar a minha experiência com um sistema de kernel Linux mobile, ainda mais se tratando do Android puro, conhecido por trazer maior velocidade do que as versões modificadas que vêm acompanhando a maioria dos aparelhos vendidos no Brasil.

Porque oferecem rooms modificadas?

As empresas buscam através de customizações, entregar uma experiência mais "controlada" para o usuário, preparando as atualizações, e liberando de acordo com o tempo que acham melhor. Entregam também alguns apps próprios para "facilitar" a experiência do usuário, contudo, para alguns não deixa de ser apenas mais uma forma de tornar os aparelhos mais lentos com o passar do tempo, através das atualizações controladas, fazendo o uso da obsolescência programada, para que de tempos em tempos você tenha que buscar por um Smartphone mais veloz, tornando o seu mais lento, inclusive com travamentos irritantes. Além da longa espera para receber novas versões do Android, que às vezes nem chegam ao seu aparelho.

Contudo, temos no mercado, empresas como a Xiaomi e a Motorola, que vendem aparelhos com o Android puro, isso significa, sem as diversas modificações que outras concorrentes entregam, o Android vindo diretamente da Google para o seu aparelho, na qual receberá atualizações bem mais constantes do que os demais, aumentando inclusive a segurança do seu dispositivo. Já outras empresas preferem entregar uma experiência mais controladas fornecendo rooms totalmente customizadas, repeltas de apps e funções diversas, como é o caso da TouchWiz da Samsumg, odiada por muitos usuários, que a acusam de travar o aparelho depois de um certo tempo de uso.

Xiaomi uma nova escolha!

Os smartphones da Xiaomi estão chegando no Brasil através de lojas virtuais e por alguns comerciantes locais que começaram a trazer os aparelhos pra venda, normalmente pequenas lojas e standes de informinfor, ganhando é claro um valor em cima, ficando mais caro do que os que preferem importar. Porém sendo o jeito mais rápido de colocar as mãos em um aparelho de qualidade com preço mais em acessível, pois se você se propuser a importação, terá que aguardar entre 15 a 45 dias para colocar as mãos na sua mercadoria, sob o risco de ser taxado em um valor na alfândega, antes do mesmo chegar em suas mãos. Não se esqueça que a China é "mais próxima do que Curitiba".


Especificações do aparelho!

O aparelho que adquiri, se trata do modelo Xiaomi Mi A2 com 4 G de RAM e 64 G de armazenamento interno, vindo com sensor de desbloqueio por digital, dual SIM, na versão global suportando o 4G nacional, possuindo duas câmeras traseiras, uma de 20mp e outra com 12mp, além de uma frontal de 20mp, excelente para tirar selfies. Bateria de 3030 mAh, possuindo display com resolução de 2160 x 1080 e 5,99 polegadas.




Dei preferencia pelo aparelho na cor azul, que lembra bastante aqueles Ipods Touchs da Apple que vinham com diversas cores, me atraiu bastante o modelo, e a construção em alumínio.

Quanto ao preço, na internet em lojas como a Gearbest e a Amazon, você vai encontra-lo a venda com uma variação entre R$ 783,99 e R$ 1.199,00 só lembrando que os valores abaixo de R$ 800,00 reais não incluem o valor da taxação que pode incidir sobre o seu produto. E os valores acima de R$ 1.000 provavelmente já incluem a taxação. 

Você pode optar por comprar em algumas lojas de informática da sua cidade, que vão lhe vender com em um valor próximo dos R$ 1.000 a R$ 1.200 reais.

Minha experiência com o parelho está sendo ótima, ele não trava, e me entrega uma tecnologia além do que eu teria se pagasse o mesmo valor em outro Smartphone vendido aqui no Brasil, até por um valor superior. No mais o tempo dirá se fiz de fato uma boa compra. As pessoas que viram o aparelho em minhas mãos notaram a semelhança com um Iphone, e alguns falaram que pretendem comprar um, pois gostaram do modelo.

E você, já adquiriu ou pretende adquirir um Smartphone Xiaomi? Deixe aqui o seu comentário. 

Smartphone Xiaomi MI A2 com Android puro, Vale a pena?

quinta-feira, 8 de novembro de 2018


O CEO e fundador da Canonical, empresa que mantém o sistema de Kernel Linux Ubuntu, se pronunciou na ultima semana sobre a venda da Hat Red para a IBM.

Para quem não acompanhou nessa matéria aqui no blog, a IBM adquiriu a Red Hat na ultima semana por 34 bilhões de dólares, o que pode abrir caminho para a Canonical, sua grande concorrente em diversos serviços como por exemplo Cloud e IoT.

Mark Shuttleworth saudou a importância da Red Hat no papel que desempenhou quanto ao enquadramento do código aberto como um substituto familiar para o UNIX tradicional, porém argumentou que o mundo seguiu em frente. E que apenas substituir o UNIX não é mais o suficiente. Ressaltou inclusive que o contraste do crescimento do Linux e o declínio no crescimento do RHEL, é um forte indicador de mercado da próxima onda do código aberto. 

Prosseguiu dizendo que as cargas de trabalho de nuvem pública e contêiner têm evitado amplamente o RHEL. Salientou um movimento rápido dos desenvolvedores das startups que abraçam o open source e acreditam que segurança e velocidade são melhor resolvidas juntas, se voltando rapidamente para o Ubuntu.

Segundo Shuttleworth, nos últimos dois anos, diversos clientes da Red Hat têm procurado o Ubuntu para criar infraestrutura e soluções de código aberto mais eficientes e enxutas para novas iniciativas importantes.

Abaixo segue a tradução da matéria, e logo depois o link da matéria em inglês caso queira ler.

"Nos últimos dois anos, muitos clientes proeminentes da Red Hat selecionaram o Ubuntu e contrataram a Canonical para criar uma infraestrutura e soluções de código aberto mais eficientes e enxutas para novas iniciativas importantes. Entre eles, contamos com os principais bancos, empresas de telecomunicações, governos, universidades, companhias aéreas, seguradoras, gigantes da tecnologia e conglomerados de mídia. Vários têm falado publicamente e com crescente confiança, de seu sucesso no Ubuntu. 

Fontes públicas de dados sobre tendências do Linux mostram essa mudança claramente. Do Kubernetes à nuvem pública, do OpenStack ao machine learning e IA, do extremo da IoT às operações de nuvem de ponta e data center, o ímpeto do Ubuntu na empresa se acelerou à medida que as empresas liberaram seus desenvolvedores para competir no cenário digital. 

A aquisição da Red Hat pela IBM é um momento significativo na progressão do código aberto para o mainstream. Saudamos a Red Hat pelo papel que desempenhou no enquadramento do código aberto como um substituto familiar para o UNIX tradicional em termos de "Wintel". Nesse sentido, o RHEL foi um passo crucial no movimento de código aberto. 

No entanto, o mundo seguiu em frente. Substituir o UNIX não é mais suficiente. O declínio no crescimento do RHEL, contrastado com a aceleração no Linux, é um forte indicador de mercado da próxima onda de código aberto. Cargas de trabalho de nuvem pública têm evitado amplamente o RHEL, cargas de trabalho de contêiner ainda mais. Levando a um movimento rápido dos desenvolvedores que abraçam o open source das maiores empresas do mundo, as que acreditam que segurança e velocidade são melhor resolvidas juntas, a um rápido movimento das startups para o Ubuntu. 

Agradecemos a confiança que essas empresas demonstraram no Ubuntu e na Canonical e o engajamento que temos com a comunidade que surgiu em torno de nós. Sentimos a responsabilidade que temos para entregar o trabalho de muitos colaboradores de código aberto - de forma limpa e eficiente - a um mercado em crescimento. Estamos determinados que o Ubuntu é considerado o veículo mais seguro, mais econômico e mais fiel do mundo para iniciativas de código aberto. Esperamos ajudá-los a entregar a inovação da qual depende seu crescimento futuro. Vamos levar o código aberto para o próximo nível."


Fonte:


Segundo Mark Shuttleworth, compra da Red Hat pela IBM pode alavancar o Ubuntu

sábado, 3 de novembro de 2018


Em meio a diversas notícias que alarmaram o mundo Linux recentemente, como a venda da Red Hat para a IBM, na ultima semana também tivemos o lançamento do Fedora que chegou na versão 29, e através dessa matéria irei abordar algumas novidades desse novo sistema.

O Fedora 29, vêm com a função de ZRAM ativa na arquitetura ARM, vindo também com o Gnome Shell 3.30.1 com Wayland, trazendo o Kernel Linux na versão 4.18, O GCC na 8.1.1, e o Xorg 1.20.1.

Segue o link para download da nova versão, e se você já está utilizando o Fedora e deseja atualizar para a versão 29 digite os seguintes comandos:

cat /etc/*-releasse

lsb_releasse -rs

dnf update

Agora reinicie o sistema:

reboot

E então faça um upgrade do sistema:

dnf upgrade

Agora vamos instalar o plugin para atualização do sistema:

dnf install dnf-plugin-system-upgrade

E agora vamos efetuar a atualização:

dnf system-upgrade download --releasever=29

Após esse comando, o dnf vai começar a buscar os novos pacotes, e isso vai levar um tempo, portanto pode pegar uma xícara de café e aguardar a atualização.

Depois que terminar e der a mensagem de concluído utilize o seguinte comando para finalizar a atualização:

dnf system-upgrade reboot

Após a máquia reiniciar, o seu sistema já estará na versão 29.








O Fedora chegou na versão 29, veja como atualizar

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