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domingo, 11 de novembro de 2018


Recentemente adquiri um Smartphone da Xiaomi, que vêm com uma versão do Android puro, isso é, livre de customizações das construtoras de hardware, o que o torna (pelo menos em tese) mais rápido do que os que vêm com as Rooms modificadas como por exemplo, os da Samsung e da Asus. Mas será que vale a pena?

Como um blog que aborda sobre sistemas de Kernel Linux, não poderia deixar passar a minha experiência com um sistema de kernel Linux mobile, ainda mais se tratando do Android puro, conhecido por trazer maior velocidade do que as versões modificadas que vêm acompanhando a maioria dos aparelhos vendidos no Brasil.

Porque oferecem rooms modificadas?

As empresas buscam através de customizações, entregar uma experiência mais "controlada" para o usuário, preparando as atualizações, e liberando de acordo com o tempo que acham melhor. Entregam também alguns apps próprios para "facilitar" a experiência do usuário, contudo, para alguns não deixa de ser apenas mais uma forma de tornar os aparelhos mais lentos com o passar do tempo, através das atualizações controladas, fazendo o uso da obsolescência programada, para que de tempos em tempos você tenha que buscar por um Smartphone mais veloz, tornando o seu mais lento, inclusive com travamentos irritantes. Além da longa espera para receber novas versões do Android, que às vezes nem chegam ao seu aparelho.

Contudo, temos no mercado, empresas como a Xiaomi e a Motorola, que vendem aparelhos com o Android puro, isso significa, sem as diversas modificações que outras concorrentes entregam, o Android vindo diretamente da Google para o seu aparelho, na qual receberá atualizações bem mais constantes do que os demais, aumentando inclusive a segurança do seu dispositivo. Já outras empresas preferem entregar uma experiência mais controladas fornecendo rooms totalmente customizadas, repeltas de apps e funções diversas, como é o caso da TouchWiz da Samsumg, odiada por muitos usuários, que a acusam de travar o aparelho depois de um certo tempo de uso.

Xiaomi uma nova escolha!

Os smartphones da Xiaomi estão chegando no Brasil através de lojas virtuais e por alguns comerciantes locais que começaram a trazer os aparelhos pra venda, normalmente pequenas lojas e standes de informinfor, ganhando é claro um valor em cima, ficando mais caro do que os que preferem importar. Porém sendo o jeito mais rápido de colocar as mãos em um aparelho de qualidade com preço mais em acessível, pois se você se propuser a importação, terá que aguardar entre 15 a 45 dias para colocar as mãos na sua mercadoria, sob o risco de ser taxado em um valor na alfândega, antes do mesmo chegar em suas mãos. Não se esqueça que a China é "mais próxima do que Curitiba".


Especificações do aparelho!

O aparelho que adquiri, se trata do modelo Xiaomi Mi A2 com 4 G de RAM e 64 G de armazenamento interno, vindo com sensor de desbloqueio por digital, dual SIM, na versão global suportando o 4G nacional, possuindo duas câmeras traseiras, uma de 20mp e outra com 12mp, além de uma frontal de 20mp, excelente para tirar selfies. Bateria de 3030 mAh, possuindo display com resolução de 2160 x 1080 e 5,99 polegadas.




Dei preferencia pelo aparelho na cor azul, que lembra bastante aqueles Ipods Touchs da Apple que vinham com diversas cores, me atraiu bastante o modelo, e a construção em alumínio.

Quanto ao preço, na internet em lojas como a Gearbest e a Amazon, você vai encontra-lo a venda com uma variação entre R$ 783,99 e R$ 1.199,00 só lembrando que os valores abaixo de R$ 800,00 reais não incluem o valor da taxação que pode incidir sobre o seu produto. E os valores acima de R$ 1.000 provavelmente já incluem a taxação. 

Você pode optar por comprar em algumas lojas de informática da sua cidade, que vão lhe vender com em um valor próximo dos R$ 1.000 a R$ 1.200 reais.

Minha experiência com o parelho está sendo ótima, ele não trava, e me entrega uma tecnologia além do que eu teria se pagasse o mesmo valor em outro Smartphone vendido aqui no Brasil, até por um valor superior. No mais o tempo dirá se fiz de fato uma boa compra. As pessoas que viram o aparelho em minhas mãos notaram a semelhança com um Iphone, e alguns falaram que pretendem comprar um, pois gostaram do modelo.

E você, já adquiriu ou pretende adquirir um Smartphone Xiaomi? Deixe aqui o seu comentário. 

Smartphone Xiaomi MI A2 com Android puro, Vale a pena?

quinta-feira, 8 de novembro de 2018


O CEO e fundador da Canonical, empresa que mantém o sistema de Kernel Linux Ubuntu, se pronunciou na ultima semana sobre a venda da Hat Red para a IBM.

Para quem não acompanhou nessa matéria aqui no blog, a IBM adquiriu a Red Hat na ultima semana por 34 bilhões de dólares, o que pode abrir caminho para a Canonical, sua grande concorrente em diversos serviços como por exemplo Cloud e IoT.

Mark Shuttleworth saudou a importância da Red Hat no papel que desempenhou quanto ao enquadramento do código aberto como um substituto familiar para o UNIX tradicional, porém argumentou que o mundo seguiu em frente. E que apenas substituir o UNIX não é mais o suficiente. Ressaltou inclusive que o contraste do crescimento do Linux e o declínio no crescimento do RHEL, é um forte indicador de mercado da próxima onda do código aberto. 

Prosseguiu dizendo que as cargas de trabalho de nuvem pública e contêiner têm evitado amplamente o RHEL. Salientou um movimento rápido dos desenvolvedores das startups que abraçam o open source e acreditam que segurança e velocidade são melhor resolvidas juntas, se voltando rapidamente para o Ubuntu.

Segundo Shuttleworth, nos últimos dois anos, diversos clientes da Red Hat têm procurado o Ubuntu para criar infraestrutura e soluções de código aberto mais eficientes e enxutas para novas iniciativas importantes.

Abaixo segue a tradução da matéria, e logo depois o link da matéria em inglês caso queira ler.

"Nos últimos dois anos, muitos clientes proeminentes da Red Hat selecionaram o Ubuntu e contrataram a Canonical para criar uma infraestrutura e soluções de código aberto mais eficientes e enxutas para novas iniciativas importantes. Entre eles, contamos com os principais bancos, empresas de telecomunicações, governos, universidades, companhias aéreas, seguradoras, gigantes da tecnologia e conglomerados de mídia. Vários têm falado publicamente e com crescente confiança, de seu sucesso no Ubuntu. 

Fontes públicas de dados sobre tendências do Linux mostram essa mudança claramente. Do Kubernetes à nuvem pública, do OpenStack ao machine learning e IA, do extremo da IoT às operações de nuvem de ponta e data center, o ímpeto do Ubuntu na empresa se acelerou à medida que as empresas liberaram seus desenvolvedores para competir no cenário digital. 

A aquisição da Red Hat pela IBM é um momento significativo na progressão do código aberto para o mainstream. Saudamos a Red Hat pelo papel que desempenhou no enquadramento do código aberto como um substituto familiar para o UNIX tradicional em termos de "Wintel". Nesse sentido, o RHEL foi um passo crucial no movimento de código aberto. 

No entanto, o mundo seguiu em frente. Substituir o UNIX não é mais suficiente. O declínio no crescimento do RHEL, contrastado com a aceleração no Linux, é um forte indicador de mercado da próxima onda de código aberto. Cargas de trabalho de nuvem pública têm evitado amplamente o RHEL, cargas de trabalho de contêiner ainda mais. Levando a um movimento rápido dos desenvolvedores que abraçam o open source das maiores empresas do mundo, as que acreditam que segurança e velocidade são melhor resolvidas juntas, a um rápido movimento das startups para o Ubuntu. 

Agradecemos a confiança que essas empresas demonstraram no Ubuntu e na Canonical e o engajamento que temos com a comunidade que surgiu em torno de nós. Sentimos a responsabilidade que temos para entregar o trabalho de muitos colaboradores de código aberto - de forma limpa e eficiente - a um mercado em crescimento. Estamos determinados que o Ubuntu é considerado o veículo mais seguro, mais econômico e mais fiel do mundo para iniciativas de código aberto. Esperamos ajudá-los a entregar a inovação da qual depende seu crescimento futuro. Vamos levar o código aberto para o próximo nível."


Fonte:


Segundo Mark Shuttleworth, compra da Red Hat pela IBM pode alavancar o Ubuntu

sábado, 3 de novembro de 2018


Em meio a diversas notícias que alarmaram o mundo Linux recentemente, como a venda da Red Hat para a IBM, na ultima semana também tivemos o lançamento do Fedora que chegou na versão 29, e através dessa matéria irei abordar algumas novidades desse novo sistema.

O Fedora 29, vêm com a função de ZRAM ativa na arquitetura ARM, vindo também com o Gnome Shell 3.30.1 com Wayland, trazendo o Kernel Linux na versão 4.18, O GCC na 8.1.1, e o Xorg 1.20.1.

Segue o link para download da nova versão, e se você já está utilizando o Fedora e deseja atualizar para a versão 29 digite os seguintes comandos:

cat /etc/*-releasse

lsb_releasse -rs

dnf update

Agora reinicie o sistema:

reboot

E então faça um upgrade do sistema:

dnf upgrade

Agora vamos instalar o plugin para atualização do sistema:

dnf install dnf-plugin-system-upgrade

E agora vamos efetuar a atualização:

dnf system-upgrade download --releasever=29

Após esse comando, o dnf vai começar a buscar os novos pacotes, e isso vai levar um tempo, portanto pode pegar uma xícara de café e aguardar a atualização.

Depois que terminar e der a mensagem de concluído utilize o seguinte comando para finalizar a atualização:

dnf system-upgrade reboot

Após a máquia reiniciar, o seu sistema já estará na versão 29.








O Fedora chegou na versão 29, veja como atualizar

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

É isso mesmo, a Red Hat foi adquirida pela IBM pela bagatela de 34 bilhões de dólares. Suas ações foram adquiridas pelo preço de U$ 190,00 cada, sendo uma transação que se tornou notícia nos principais portais de tecnologias do mundo. Mas o que essa aquisição representa?

A IBM, empresa que mantinha um império na área de computadores, até ser destronada pela Apple a Microsoft na década de 80, chegando a ser considerada maior inimiga da Apple por Steve Jobs. Deixou de lado a parte de hardwares, se concentrando nos softwares e serviços como a cloud computer. E até o momento da aquisição, a IBM ocupava a terceira posição nos serviços de nuvem, perdendo apenas para a Amazon e a Microsoft.

Com tal negociação, a Big Blue, pode ultrapassar suas rivais nos serviços de nuvem, e oferecerá um serviço de nuvem hibrida na qual se destaca de suas concorrentes.

A IBM já se tornou há alguns anos, uma grande fomentadora do software open source, sendo uma investidora Platinum da Linux Foundation, e agora dá um passo maior para o desenvolvimento e maior divulgação dos softwares de código aberto.

E quanto ao Fedora?

Se tivermos uma postura semelhante por parte da IBM, a das empresas que adquiriram a Suse nos últimos anos, teremos a continuidade e até mesmo grandes avanços na distribuição Linux Fedora, que é uma grande inovadora no software livre, e podemos até esperar grandes melhorias no projeto. Contudo, quando uma empresa adquire outra, pode se esperar mudanças radicais como no exemplo da Microsoft, quando  a mesma adquiriu a divisão Lumia  de Smartfones da Nokia, para utilizar a sua força e publicidade e expansão, para expandir o seu sistema mobile pelo mundo. No entanto, devido as dificuldades encontradas, ela acabou matando ambos. 

É claro que se tratam de duas empresas com filosofias distintas, portanto não há que se esperar comportamentos semelhantes quanto a essas questões, ficando apenas uma reflexão quanto a essa questão. Mas confesso que a princípio fiquei perplexo com a venda da Red Hat.

Esperava que a Red Hat crescesse e adquirisse outras empresas, e não que ocorresse ao contrário. Mas que haja continuidade no desenvolvimento da marca Red Hat, e dos sistemas da Red Hat, inclusive o Fedora. É o que espero de uma companhia que passou de uma simples venda de CDs com uma distribuição Linux de porta em porta em 1994, para uma companhia avaliada em bilhões de dólares, que ocupa lugares no Banco Azteca do México, na bolsa de valores de Nova York e Tóquio por exemplo, com seus softwares e serviços. 

Espero sinceramente que o projeto Fedora prossiga, pois quando iniciei esse blog, foi com o intuito de dar um suporte maior para os usuários que não encontravam materiais em português dessa bela distro azul.

E você, o que achou da IBM adquirir a Red Hat? Deixe aqui a sua opinião.

Red Hat é vendida para a IBM por 34 Bilhões de Dólares

quarta-feira, 26 de setembro de 2018


O Projeto Fedora anunciou a disponibilização do Beta da versão 29 de seu sistema. Esse sistema que sempre traz diversas inovações do mundo open source, e mesmo assim consegue ser estável, como você pode conferir nesse vídeo

O Fedora chega no Beta da versão 29, trazendo diversas novidades dentre as quais posso destacar a interface Gnome Shell 3.30. Mas para aqueles que acham que só existe Fedora com Gnome, existe também o Fedora spins, que são as versões do sistema com as diversas interfaces gráficas existentes, tais como Kde, Cinnamon, Mate, XFCE entre outras. 

Com o Gnome 3.30, o Fedora passa a atualizar automaticamente os flatpacks através da Gnome Software, além de trazer importantes atualizações para pacotes como MySQL, Biblioteca GNU C, Python e Perl.

Assim que testar a versão Beta trarei mais informações no blog ou no canal.

Fonte:

Chegou o Fedora 29 na versão Beta

terça-feira, 18 de setembro de 2018


Hoje venho compartilhar com vocês, o desafio que enfrentei para utilizar Linux no trabalho, e poder me tornar produtivo com os sistemas pinguins, ao ponto de poder utiliza-lo não somente no em casa no lazer, como também na empresa, em casa nas matérias desse blog, além da edição de vídeos para o canal no Youtube. 

Tenho a impressão que todos ou quase todos usuários Linux no desktop, começaram a usa-ló em casa. Muitos até já o utilizavam no Smartphone sem ter ciência disso (pois não sabem ou sabiam que o Android se trata de um sistema de kernel Linux, e sim o Linux se trata do Kernel do sistema, portando os sistemas baseados nele são denominados distribuições). 

Outros podem até ter conhecido o sistema, em outro ambiente, como no curso, na faculdade, na escola, na casa de um amigo ou conhecido, entre outros. Mas com certeza, na grande maioria, a máquina que tiveram liberdade para testar  de uma forma mais profunda ao ponto de ser tornar um usuário, foi em casa. No meu caso, foi no trabalho mesmo, pois já utilizava OSX em casa, e no trabalho odiava usar Windows, sendo que minhas primeiras tentativas foram para criar um dualboot entre o OSX e o Windows, afim de poder utilizar o sistema da Apple também no trabalho. Contudo me deparei com tutoriais mostrando como fazer dual boot entre o Linux Ubuntu e o Windows, então resolvi arriscar.

Em casa, a grande maioria das pessoas usa seu computador para distração e entretenimento. É claro que muitos o utilizam em para estudar, pesquisar e  trabalhar também, mas mesmo estes, tem seus momentos de descontração, quer seja jogando, ouvindo, música ou assistindo algum vídeo, série ou filme. Contudo os programas utilizados para esses fins, geralmente não se destinam para que se possa trabalhar, até porque esse não é o intuito dos mesmos. Por isso geralmente no início nos tornamos usuários Linux no campo do entretenimento (é claro que toda regra tem uma exceção).

No meio corporativo, procuramos soluções que vão nos tornar cada vez mais produtivos. No meio em que eu trabalho por exemplo, é indispensável o uso do Microsoft Office, e suas ferramentas mais utilizadas como Word, Excell, Power Point e o "indispensável" cliente de e-mail Outlook. Portanto meu primeiro desafio se tornou encontrar opções para tais programas.
Na primeira vez que tive a liberdade de escolher o sistema Operacional da minha máquina de trabalho(que ocuparia todo o meu HD), escolhi o Ubuntu que na época estava na versão 14.10, e optei por executar o MS office através do Wine, uma experiência que já havia testado em casa, assim como com o Adobe photo Shop. Pois assim que comecei a utilizar distribuições Linux, pensava que a solução pela falta de programas conhecidos era conseguir executar a maioria dos softwares do Windows no Linux. A integração dos mesmos no sistema é claro que não era excelente por estarem sendo executados através de uma camada de compatibilidade criada pelo Wine, que não é um emulador e sim um tradutor, fazendo com que os programas .exe conversem com o Kernel, interface e demais partes das distribuições Linux, para serem executados.

Com o tempo, comecei a entender, que aprender as soluções nativas,poderia me tornar mais produtivo com o sistema, e sem as mesmas eu não teria uma experiência completa com as distribuições Linux, assim como já tive com o Windows e com o OSX da Apple.


Opções de programas


Pesquisando um pouco, para substituir o MS office me deparei com soluções como o WPS e o Libreoffice. O WPS passou e me ser um recurso nos momentos em que precisava compartilhar planilhas e arquivos com usuários Windows, pela integração com o office ser maior, permitia que os documentos fossem abertos, sem corromper os mesmos. Ao contrário que ocorria quando eu salvava após ter aberto com o Libreoffice e enviava para abrirem no MS office, muitas vezes os arquivos ficavam desconfigurados, e se eu não tivesse um backup, estava com sérios problemas. Meu próximo desafio foi aprender a criar formulários, planilhas dinâmicas e demais funções que me eram imprescindíveis. 

Já como opção ao Outlook encontrei o cliente de e-mail Evolution, repleto de recursos e fácil criação de backups, uma ferramenta de e-mail opensource que passou a me atender muito bem.

E quando precisava lidar com imagens, para edições básicas, descobri o Shotwell, na qual troquei posteriormente pelo Gthumb, que se mostrou bem mais completo para entregar o básico.
Nas primeiras edições de PDF que fiz, me deparei com o pinta que se trata de uma versão ao Paint mas a princípio me serviu bem, até descobrir o Master PDF editor, que é bem mais completo, e voltado de fato para os arquivos e formulários em PDF.

Para edições mais robustas de imagens, me foi apresentado como opção ao Adobe PhotoShop, o Gimp, contudo com o tempo descobri que o Krita (através da crise do projeto que caiu em fiscalização na Holanda) me atendia melhor nesse quesito, e que o mesmo não era voltado apenas para pintura digital como haviam me orientado, permitindo que eu criasse a partir de então todas as Thumbs dos vídeos para o canal, assim como as diversas imagens editadas nesse blog.

Como navegador de Web os tão conhecidos Google Chrome e Firefox já possuiam versões para Linux, contudo com o passar dos anos resolvi procurar por opções novas que pudessem me proporcionar a mesma ou uma experiência superior aos anteriores. E nessa busca passei pelo Pale Moon, que inscrito na base do Firefox, prometia ser 4 vezes mais rápido que o mesmo, além do Opera que é tido como navegador super rápido mas não possui versão de 64 bits e o Chromium que se trata do projeto de código aberto na qual o Chrome é baseado. E minha caminhada prosseguiu até que encontrei o Vivaldi e o Yandex, ambos baseados no Chrome, sendo que o Vivaldi também é baseado no Opera e por isso é compatível com as extensões de ambos.

O que posso dizer dos meus navegadores favoritos é que eles vêm com propostas diferentes do que o mercado vinha oferecendo até o momento, por isso acabaram ganhando um grande espaço na minha utilização. 

Outro recurso que precisei para não utilizar o Windows, foi um cliente remoto para acessar o servidor da empresa que era Windows, e era nele que ficavam instalados por exemplo o programa de ponto eletrônico. O cliente que mais me atendeu nessa questão foi o Remmina desktop. Inclusive têm uma matéria aqui no blog falando a respeito dele.

Quando pretendi criar um canal sobre Linux Fedora, meu desafio era conseguir editar vídeos com ferramentas que nunca ouvi falar antes. Já havia editado alguns vídeos no Imove e no Final Cut da Apple, mas algo bem básico. E meu desafio passava a ser, o de encontrar tutoriais para aprender como editar vídeos nas distribuições Linux. 

Os vídeos e matérias que encontrei sobre edição, me levaram a conhecer o Kdenlive, uma ferramenta que se tornou indispensável na edição dos meus vídeos. E durante a jornada, procurei aprender a editar com outros como o Lightworks que é muito utilizado em Hollywood, mas na sua versão grátis não permite subir vídeos em resoluções acima de 720p, e o Blender, na qual cheguei a pesquisar bastante por ser um programa muito poderoso, mas ainda não substituiu no meu uso o Kdenlive.

Quanto as interfaces gráficas, o Unity me chamou atenção logo que vi o Ubuntu pela primeira vez, achei mais belo que a interface do Windows, e algo diferente do que estava acostumado no Mac. Contudo, se tratando de trabalho com planilhas e textos, a interface que me fez ser mais produtivo até o momento, foi o Gnome Shell, por ficar bem fácil a visualização dos documentos abertos, além da divisão e fácil navegação em áreas de trabalho.

Já as distribuições Linux na qual consegui ser mais produtivo até hoje, foram Fedora, Debian e Ubuntu.

E sempre que algum funcionário ou candidato via a minha máquina se perguntava, que sistema operacional é esse? Eu logo respondia e fazia uma recomendação do mesmo, utilizando argumentos como, depois que comecei a utilizar esse sistema, meus problemas com vírus acabaram, e não preciso formatar minha máquina de 06 em 06 meses, ou desfragmentar o disco. Além de uma diminuição significativa nos travamentos da máquina.

E você, quais foram os desafios que enfrentou quando começou a utilizar distribuições Linux? Deixe aqui o seu comentário.

O DESAFIO DE USAR LINUX NO TRABALHO

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